De eléctrico e a pé …

11 de Abril, 2011

Não se pode ir a Istambul sem percorrer várias vezes de eléctrico e a pé, a Istiklâl Caddesi, a Avenida da Liberdade,. Porquê? Porque é uma grande avenida que mostra os diferentes lados de Istambul, o sítio onde convivem o antigo e o moderno, as lojas das grandes marcas internacionais e o comércio tradicional. É um lugar onde de dia e até altas horas da noite circulam milhares de pessoas de todas as idades, sobretudo jovens, muitos jovens.

Mas comecemos por nos situar: Istiklâl liga a zona da Torre Galata com a grande praça Taksim. Durante o Império Otomano a Grande Avenida (Cadesi Kebir) era o lugar escolhido pelos intelectuais e pelos estrangeiros que mantinham negócios na cidade, associando-a às grandes artérias de Paris. Hoje, é um lugar incontornável da cidade sendo considerada por muitos o lugar mais cosmopolita da Turquia.


O que se faz na Istiklâl? Passeia-se no meio de uma verdadeira multidão, um mar de gente que relaxadamente conversa, pára a ver as montras, lê nas esplanadas … Para além das lojas onde tudo se vende, dos bancos e sedes de grandes empresas o que mais atrai nesta avenida são as livrarias, as galerias de arte, os cafés, os restaurantes e as confeitarias onde brilham as doces baklava e lokuns. Os tradicionais carrinhos de toldos às riscas vermelhas e brancas vendem castanhas assadas na hora e o célebre simit, o pão com sementes de sésamo. Os edifícios do século XIX merecem que levantemos os olhos e apreciemos as molduras das janelas, as varandas, os beirais dos telhados.

É uma avenida para peões onde só circula o eléctrico vermelho: não se pode perder a curta viagem entre os topos da avenida, de preferência junto do condutor. É uma forma diferente de ver os edifícios e a multidão que mansamente se afasta para deixar passar o eléctrico. Voltaremos, um dia destes à Istiklâl Caddesi porque é um mundo que não cabe num post.

Festival de Cinema de Istambul

6 de Abril, 2011

Durante duas semanas realiza-se o 30º Festival de Cinema de Istambul. Em sete salas distribuídas pela cidade há a oportunidade de ver 231 filmes, 50 dos quais são turcos.

Os organizadores dividiram os filmes em 21 temáticas de entre as quais se destacam “Os Direitos Humanos”, “Documentários”, “Jovens realizadores” e um ciclo intitulado “30 anos de cinema”. De entre os filmes turcos a exibir estão “Do Not Forget Me Istanbul” (constituído por seis peças realizadas por seis realizadores), ‘‘Love in Istanbul” (retoma histórias de amor vividas ao longo de séculos nos diferentes impérios) e o documentário de Erden Kiral, “Halic Golden Horn”.

O programa que se prolonga até ao dia 17 de Abril pode ser consultado AQUI

O restaurante na prisão

25 de Março, 2011

Apesar de termos subido muitas vezes a ladeira onde fica o restaurante «The Galata House», não o descobriríamos não fora o Tiago Salazar. Por palavras e por escritos, o jornalista andarilho avisara-nos que não podíamos deixar de ir ao encontro do “turco anarquista” Mimar Mete Göktug, dono do restaurante que ocupa o edifício que foi a prisão inglesa de Istambul durante a I Guerra Mundial (1904-1919).

Em 1991, dois arquitectos – Mete e a sua mulher Nadire – compraram a prisão tendo dedicado oito anos a restaurar o lugar de má memória. Os três pisos testemunham a sua origem e percebe-se que foram mãos entendidas e sábias que desenharam a minuciosa recuperação.
Apresentámo-nos como amigos do Tiago Salazar e Mete, no português doce do Brasil, deu-nos as boas-vindas e levou-nos para uma mesa no 2º piso junto à janela. Lamentou não poder dar a atenção que dois portugueses mereciam mas sobrava trabalho porque o restaurante estava cheio.

No vai e vem do leva e traz, foi-nos contando a razão da sua atracção por Portugal e pela cultura portuguesa: um encontro no Brasil com um grupo de oposicionistas portugueses, mais precisamente um grupo de resistentes comunistas, acordara o seu interesse pelo país. Aderiu ao ideário marxista, tendo o tempo ditado a desilusão com as suas expressões práticas. Hoje, declara-se um defensor do «anarquismo científico» e procura pelo desenho, pela pintura e pela poesia situar-se no mundo.
Ama Istambul, a sua cidade, reconhecendo muitas identidades com Lisboa: a situação geográfica que proporciona uma luz especial reflectida pelos seus estuários e também a nostalgia que marca os dias das duas comunidades, o fado, o “huzun”.

Na sala onde jantámos, o piano testemunhava os interesses e as memórias dos dois arquitectos, dominando os registos de Nadire. Soubemos que são frequentes os serões em que o piano acompanha poemas ditos e cantados, alternando com conversas e debates. As vozes de Camões, Bocage e Alexandre O’Neil são presenças fortes e também os fados de Amália e de Marceneiro. Na altura, nada disto nos pareceu estranho ou insólito …
Mas passemos agora para a mesa: o menu traduz uma conjugação inesperada das culinárias do turco Mete e da caucasiana Nadire. Assim, começámos com uma selecção de “meze” (entradas turcas) que quase constituem uma refeição.

Como pratos principais acolhemos duas sugestões georgianas: “Çakapuli”, um estufado de borrego com molho de estragão e de ameixas, e “Ostri”, um goulash de carne de vaca com tomate, amêndoas, cogumelos e coentros. Para sobremesa mantivemos as mesmas coordenadas geográficas e saboreámos “Kuş Sutu”, um bolo georgiano de chocolate coberto com merengue que pintámos com chocolate derretido.

Despedimo-nos prometendo voltar e continuar uma conversa que prevemos sempre inacabada. Em silêncio, descemos a rua olhando com mais atenção os prédios neo-clássicos, marcas do antigo poder da zona. Ouvíamos os nossos passos na noite e, ao descer as extraordinárias escadas hexagonais, percebemos mais uma vez que as viagens são sobretudo feitas de encontros inesperados. Nunca imaginámos encontrar um turco e uma caucasiana que celebram a cultura portuguesa num restaurante em Istambul que foi uma prisão inglesa.
Afinal, tudo ou quase tudo é possível!

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Mel em Portugal

23 de Março, 2011

Mel é um filme do realizador turco Semih Klapanoglu que já ganhou vários prémios nos maiores festivais de cinema do mundo. Com interpretações de Bora Altas, Erdal Besikçioglu, Tülin Özen, o filme Mel (Bal em turco) ganhou o Urso de Ouro (Melhor Filme) Festival de Berlim 2010. Para os críticos do jornal Le Monde: «O cinema de Semih Klapanoglu apazigua, fascina, cresce.»

O filme relata a história de Yusuf que tem 6 anos. O pai é um apicultor que tem de subir às árvores da floresta para aceder às colmeias e recolher o mel. A floresta apresenta-se para a criança como um lugar de perigo mas ao mesmo tempo como um lugar fascinante e misterioso que o faz sonhar. Com o pai aprende a ler a natureza: os nomes dos pássaros, o cheiro e o sabor das flores, o espaço, o tempo… É um conhecimento diferente do recebido na escola onde as aprendizagens são outras e adquiridas de outro modo.

São vários os testemunhos sobre a beleza e qualidade do filme. Destacamos o comentário de Francisco Ferreira, no Expresso: “uma parábola da infância e dos seus segredos. Uma profissão de pura fé no poder da mise-en-scène. De uma beleza arrebatadora.”
[…] planos-sequência majestosos, uso exclusivo de luz natural. […] objectivamente, o filme é belo. Mas também solene. E sufocado de talento. Kaplanoglu falou dos valores da natureza, de toda uma cosmogonia inatacável e da influência de Vermeer…»

O filme estreia em Portugal, no Porto, nos cinemas Medeia no Teatro do Campo Alegre: de 24 a 30 Março, todos os dias às 18h30 e 22h (excepto 29 Março, só às 18h30). Esperamos que outras salas, noutras cidades acolham este filme.

Diálogo inter-religioso e intercultural

16 de Março, 2011

No dia 18 de Março, sexta-feira, pelas 18:00, realiza-se no Salão Nobre da Universidade Fernando Pessoa, no Porto, uma conferência subordinada ao tema “Inter-religious and Intercultural Dialogue between Christians and Muslims in Turkey”

O orador é o padre Thomas Michel doutorado pela Universidade de Chicago em estudos árabes e islâmicos. Desde 1981 que ocupa vários cargos que têm como centro o diálogo entre cristãos e muçulmanos. A partir de 2009, integra a comunidade jesuíta de Ancara, a única comunidade católica que intervém na cidade.
A sessão é aberta a todos os interessados.

Contra o mau-olhado

8 de Março, 2011

O amuleto turco que protege contra mal-olhado está em todo o lado: azul, com a forma de um olho, está pendurado em vários lugares das casas, nos escritórios, hotéis, restaurantes, nos espelhos dos automóveis, nos carrinhos de bebé, nas rédeas dos cavalos. Brincos, pulseiras, colares, alfinetes, quadros, imãs para frigoríficos, autocolantes, são algumas das imensas aplicações do amuleto. Podem também aparecer estampados em cortinas, estofos, lenços …

O uso do amuleto, em língua turca, nazar boncuğu ( nazar significa mau-olhado, ou “olho do diabo” e boncuğu significa amuleto), defende a pessoa do mau-olhado. A crença de que a inveja de alguém, manifestada através do olhar, possa prejudicar uma pessoa não é exclusiva da Turquia, sendo uma superstição muito comum no sul da Ásia, na Arménia, no Irão e na generalidade dos povos mediterrânicos.

Alguns autores defendem que uma das origens desta crença reside no Egipto: quando Horus abriu os olhos, o mundo iluminou-se, quando os fechou, ficou encerrado nas trevas. Há também referências ao mal de inveja na Bíblia. Nas culturas de origem celta e nas culturas do norte da Europa, o mal de inveja e as respectivas pragas estão associadas a amuletos e rituais próprios. Na base do mau-olhado está a inveja da situação material, da saúde, da beleza, da sorte de alguém, e a superstição associa, desde tempos imemoriais, ao olhar o poder mágico de produzir efeito.

Independentemente da crença, aconselhamos a compra de amuletos. Sugerimos cuidado na escolha porque ultimamente têm aparecido olhos de plástico que nada têm a ver com os verdadeiros e genuínos olhos contra o mau-olhado, que devem ser em vidro nos diferentes tons de azul. A forma irregular é sinal de que o amuleto é feito por artesãos de uma das várias vidrarias turcas.
Mesmo que não acredite, coloque um amuleto na sua mala. Pode ser que diminua a probabilidade de extravio …

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Arasta Bazar

27 de Fevereiro, 2011

A palavra arasta significa mercado com lojas associado a uma mesquita. O Arasta Bazar é o último grande bazar descoberto que fica junto à Mesquita Azul e a Hagia Sophia e merece bem uma passeata entre as duas filas de lojas com amplas montras.
Foi construído há mais de 300 anos, ao mesmo tempo que a Mesquita Azul sendo originalmente constituído por estábulos. Durante o império otomano era um mercado onde se vendia muitos apetrechos para os cavalos. Por isso, é também conhecido por “Sipahi Çarşisi” Mercado dos Cavaleiros em turco.

O bazar tem mais de setenta lojas onde se pode encontrar roupas, sapatos, tapetes de vários tipos, bijutarias, cerâmica, jóias em ouro, prata e pedras preciosas, doces, antiguidades, tecidos, chás, etc. É um lugar onde se pode adquirir com segurança artigos autênticos e preciosos vindos da Anatólia, Síria, Cáucaso, Irão, Ásia central, Yemen … O ambiente é calmo e os comerciantes são afáveis.

Num dos topos do bazar há um grande restaurante onde à noite, entre as 20:00 e as 22:00 os derviches rodopiam.
O horário de funcionamento do Arasta Bazar é das 9:00 às 19:00, podendo fechar mais cedo durante o Inverno. Está encerrado durante o Ramadão.

Os mosaicos encontrados durante as escavações arqueológicas em 1930 comprovam que a área fazia parte do Palácio Bizantino. E é precisamente numa parte do mercado que se acede ao Museu de Mosaicos que merece bem uma visita.
De uma próxima vez, vamos ao museu.

Encontro de chefes

18 de Fevereiro, 2011

São raras as oportunidades de se participar numa experiência gastronómica que junte chefes de países diferentes na celebração da arte de bem comer. Pois tivemos a sorte de participar num jantar em que o chefe Albano Lourenço partilhou a sua cozinha do Restaurante Boca do Lobo (Hotel Infante Sagres, Porto) com um dos mais reputados nomes da gastronomia de todo o mundo: o chefe turco Musa Dagdeviren.

O primeiro encontro deu-se na própria cozinha do hotel e logo aí deu para perceber que a boa disposição, a cumplicidade e o entendimento mútuo eram grandes. Através de Albano soubemos que Musa se deliciou no mercado do Bolhão à procura de produtos frescos e cheirosos. Admirou-se que a venda fosse feita essencialmente por mulheres, ao contrário do que acontece na Turquia em que nos mercados os vendedores são homens.

O chefe Musa é uma personagem muito particular: privilegia a gastronomia feita pelos pobres porque na sua opinião a grande arte de cozinhar é transformar produtos simples e baratos em manjares elaborados, requintados e saborosos. Este conceito tem-no levado a investigar a arte da cozinha turca mais antiga através da investigação documental e dos testemunhos que recolhe viajando por todo o país.

Por isso é que durante o jantar nos perguntava qual o melhor livro de cozinha portuguesa, se há comidas especiais para eventos especiais (casamentos, baptizados, velórios, festas), como usamos as especiarias, etc. Mas esta preocupação não é resultado de uma mera curiosidade: edita uma revista Yemek ve Kültür (Comida e Cultura) em que com a colaboração de historiadores procura recuperar os sabores esquecidos das antigas receitas para fazer o seu registo e depois as produzir dando-lhe uma interpretação pessoal. O design gráfico da revista condiz com a qualidade dos temas.

São famosos os seus três restaurantes em Istambul que ficam em Kadıköy, na zona asiática da cidade: Çiya Kebap, Çiya Kebap II, and Çiya Sofrasi. Ora, experimentar estes lugares e recomeçar a conversa com Musa são razões mais do que fortes para voltar a Istambul.

Deixamos aqui a ementa em que as duas gastronomias se fundiram numa proposta que se revelou inesquecível. Convém confessar que os vinhos turcos ajudaram à festa dos sabores: este encontro entre o Ocidente e o Oriente enquadrava-se na 3ª Conferência Internacional de Enoturismo que se realizou no Porto organizada pela DOC DMC.

Aqui se regista o menu que degustámos. Que a água vos cresça na boca que é sinal de saúde e boa disposição para a vida!

• Bacalhau à Brás
• Coelho “Tavsan Ovmasi”
• Salada de Vieiras caramelizada, vinagreta de manga, redução de beterraba e vinho do Porto
• Sopa de lentilhas vermelhas com bulghur
• Filete de pregado com puré de bola de aipo com crosta de broa de Avintes e molho de açafrão
• Cherry Kebab
• Sinfonia de sobremesas Musa & Albano
Café e infusões

Melancolias expostas

13 de Fevereiro, 2011

Inaugurámos no dia 11, na Cinemateca Portuguesa a exposição de fotografia Istambul-Lisboa Roteiros da Melancolia.
Istambul que fotografámos não é a Istambul dos seus habitantes, nem Lisboa de Kahveci é a Lisboa dos lisboetas. São as cidades como nós as sentimos e interpretamos partindo do que reconhecemos de comum que é a melancolia, a nostalgia. Transcrevemos o texto que acompanha a exposição que estará na Cinemateca até ao dia 31 de Março.

Sobre a melancolia das nossas cidades

Foram escritores e poetas que nos reuniram à volta de Istambul e de Lisboa e foi por eles e com eles que partimos à descoberta das cidades que não eram, então, nossas. Encontrámos semelhanças entre elas: os espelhos de água do Bósforo e do Tejo, os portos de partida e de chegada de barcos e navios, as colinas, os vestígios monumentais dos impérios perdidos, o branco dos mármores acinzentado pelo tempo, as casas apalaçadas… Guiados por Pamuk, reconhecemos em Istambul o hüzun, um termo próximo da melancolia: “ um sentimento interiorizado com orgulho e ao mesmo tempo partilhado por toda uma comunidade”.
Não é, portanto, um sentimento individual, não é a melancolia experimentada por uma pessoa, é do hüzun, da melancolia da cidade que se trata.

E foi essa nostalgia da cidade, essa Istambul de Pamuk, tão próxima da Lisboa de Fernando Pessoa que nos aproximou na procura de uma leitura íntima das duas cidades. Nelas, sentimos a melancolia em lugares habitados por pessoas: nos vapur e nos cacilheiros, nas estações de comboio, nas ombreiras das portas e janelas de fachadas decadentes, nos passos apressados de quem vai e vem do trabalho, nos vendedores dos mercados, nas filas de espera dos autocarros…

Parecia-nos que os versos de Rui Miguel Ribeiro sobre Lisboa, poderiam ser também sobre Istambul:
A solidão da tarde inicia o que Lisboa
traz de acantonado promontório
meios rostos em cadência de contra-luz
lonas lancetando o sol nas esplanadas,
amontoados de paredes, janelas e ferros
que descambam até ao Tejo
onde se afogam as vozes da cidade.

Foram os mapas sentimentais das cidades que fomos construindo que favoreceram o encontro das nossas fotografias. Percebemos, então melhor por que razão Asli, personagem de uma obra de Ítalo Calvino, afirma: “Apesar de ser a primeira vez em Lisboa, sinto que já conheço esta rua, sei onde vai dar porque já estou em Istambul”.


Foi a melancolia, o hüzun que procuramos registar nas nossas fotografias a preto e branco. As duas cores e os cinzentos que as medeiam são as que melhor condizem com o sentimento de tristeza, de nostalgia que se pressente nas duas cidades. Concordamos com Ahmet Rasim quando afirma: “A beleza de uma paisagem reside na sua melancolia”.

Istambul é uma cidade bela,
Lisboa é uma cidade bela.

Manuela Matos Monteiro/ João Lafuente/ Mühenna Kahveci

Roteiros da melancolia

6 de Fevereiro, 2011

Vamos fazer uma exposição de fotografia Istambul – Lisboa Roteiros da Melancolia em que nós e o fotojornalista turco Mühenna Kahveci procuraremos mostrar o que, na nossa opinião, liga as duas cidades: a melancolia, o hüzun no dizer de Pamuk.

O lugar onde expomos esta melancolia é o Espaço 39 Degraus na Cinemateca Portuguesa e a inauguração acontece no dia 11 de Fevereiro pelas 18:30. Por lá fica até 31 de Março.

Mas o dia da inauguração é especial: a Associação Luso-Turca oferecerá chá e deliciosos lokum e a Turkish Airlines oferece um voucher de 10% desconto nas viagens para a Turquia. Acreditem que o chá e os lokum sabem muito melhor no seu país de origem!

Deixamos aqui duas fotografias da exposição, uma de Istambul e outra de Lisboa. Escondidos mas acessíveis os três fotógrafos apresentam, em “saber mais”, alguns aspectos do que têm andado a fazer.

Já a seguir, pode então saber um pouco mais sobre os autores.

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